Entendendo as pessoas que creem na narrativa oficial, uma breve descrição.
Dificilmente imaginamos viver em tempos destes, para uns, e para outros, continuam a ser tempos normalíssimos, em que nada de mais se passa.
Existem duas realidades, bem visíveis, no mesmo planeta neste momento.
Os que consideram tudo normal e regular, não conseguem conceber como alguém pode acreditar em perfeitas balelas incompreensíveis que vão contra a verdade deles, aquilo que eles consideram ser a ciência e as provas concretas. Consideram que tudo o que está a ser perpetuado se justifica de forma lógica e coerente e que as regras são completamente necessárias.
São um grupo de pessoas, com um pensamento cínico, que julgam que as massas precisam de ser controladas de forma autoritária, são, por incrível que pareça, pessoas que ora são extremamente crentes e até fundamentalistas religiosas, ora são sem credo nenhum e não creem em nada, além do materialismo e da fisicalidade, portanto morremos e acaba a história.
São um grupo grande, aquilo que chamamos as massas, o que faz com que se possam basear no argumento que por serem a maioria ganham, pois foram ensinados que isso é democracia, porque, para estas democracia não é todos terem os mesmos direitos individuais, para elas, democracia é sermos o grupo maior, por isso, ao votar, ganham eles, e o resto tem de obedecer-lhes.
São pessoas extremamente emotivas, pensam que são racionais por serem materialistas e científicas, mas pautam pela emocionalidade extrema, sentindo tudo muito profundamente, quando têm um sentimento, ele é vivido quase no seu extremo. Por exemplo, raiva, não a controlam, é extenuante, cansam-se, ficam totalmente desgastados. Outro exemplo é o medo, não sentem um pouco, quando sentem é muito medo, incontrolável, que se estende na ansiedade, preocupação constante, e por isso, acabam facilmente na depressão. É extenuante, para elas mesmas e para quem as rodeia.
Este grupo de pessoas sofre. Sim sofrem, porque lhes falta equilíbrio, tanto mental como emocional. E vivem tentando encontrar culpados para o seu sofrimento, jamais pensando que pode ser que sejam elas a ter de mudar ou ser flexíveis, principalmente por dentro e com elas mesmas.
Estas pessoas julgam e procuram soluções rápidas e fáceis. Precisam de encontrar a quem descarregar os seus sentimentos e precisam de encontrar alívio da sua dor, em qualquer coisa, que as possa ajudar, mesmo que seja ilusoriamente, mesmo quando elas sabem que é ilusão, como droga, álcool, telenovelas, "big brothers", desporto, missas, terços, moda, compras, entre outros exemplos do género.
Estas pessoas confiam no sistema, defendem o sistema e dependem do sistema. Sentem que o sistema é o providenciador, ou que o providenciador toma conta do sistema. São dois gumes da mesma faca.
O seu comportamento é fazer o que lhes mandam, porque acreditam que é baseado em ciência, que não pode ser questionada, nem percebendo que isso é um paradoxo, pois a palavra ciência é estudar e questionar tudo.
Encontram-se exactamente no mesmo paradoxo os crentes num Deus que as salvará de tudo, portanto colocam-se como escravos do sistema, porque assim o Senhor ordena, que sejam ovelhas do seu rebanho, não perceberam nada das escrituras, acharam que isso significa ser obedientes servos do sistema físico, na Terra, fáceis presas, da corrupção e do macabro.
É impressionante perceber isto, mas este grupo é incapaz de pensamento crítico, parecem discos estragados, sempre a repetir as mesmas frases, tim tim por tim tim, dizem exactamente os mesmos slogans, como se estivessem hipnotizados, e não se apercebem, que estão numa verdadeira psicose em massa.
Não encontram em lado nenhum conflitos de interesses, nem corrupção, nem possibilidade de engano, tudo é certo e mais que debatido, mesmo em situações que é claramente impossível se saber, pois não se pode adivinhar o futuro, a ciência destas pessoas, passou a ser pior que a astrologia barata a adivinhar o futuro, e o pior, andam a obrigar todos a ter de acreditar naquilo que já decidiram que é assim e ponto.
Por fim, é importante acrescentar que são pessoas muito pouco confiantes, não confiam em ninguém, muito menos nelas mesmas, a sua auto-estima, possivelmente não é baseada em amor-próprio, infelizmente, pois essas características dar-lhe-iam as ferramentas certas, para enfrentar o pânico que foi propositalmente gerado, pelos que controlam esta agenda de dominação global, mas estes sabem disso, e construíram um mundo de ansiosos, preocupados e materialistas propositalmente.
Falta-lhes portanto, espírito crítico, equilíbrio, racionalidade, memória (pois a história repete-se e nem assim lembram), confiança em si mesmas, fé (em algo que se agarrar na iminência do desconhecido), amor incondicional ao próximo e á liberdade e as mais importantes:
Precisam de CORAGEM, para não cederem ao medo, à pressão, à chantagem, ao suborno.
Precisam também de HUMILDADE, para não cederem à possibilidade do ego de se achar, e de ser privilegiado em relação aos outros ou a tentação de se acharem mais importantes, ou mais inteligentes, ou simplesmente mais que os outros.
E nós, os do outro grupo, precisamos de muita perseverança e especialmente de os perdoar e sermos compassivos com eles. Não querendo parafrasear de forma demasiado sarcástica, mas..."eles não sabem o que fazem"!
Olá boa tarde.
ResponderEliminarObrigado por este lúcido texto e, não acho qualquer sarcasmo.
Acrescento outra frase do mesmo Autor:
"NÃO TENHAIS MEDO"
E, a de um nosso contemporâneo:
"PENSAI POR VÓS"
Abraços
Grata
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