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💪🏻 Para além da Jornada do Herói: Como mudar a percepção e curar o passado sem o apagar.

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  💪🏻 Para além da Jornada do Herói Como mudar a percepção e curar o passado sem o apagar Durante séculos, aprendemos a contar a vida sempre da mesma forma. Existe um herói, algo corre mal, surge sofrimento, aparecem obstáculos, há uma grande prova… e só depois vem a transformação. 👉 Esta lógica está em todo o lado: nos mitos antigos, nos filmes, nos livros de autoajuda e até na forma como falamos connosco próprios: “isto está difícil, mas é para eu crescer” “sem dor não há evolução” “tenho de passar por isto para me tornar melhor” 💚 Mas e se isso não fosse a única forma? E se a evolução não precisasse obrigatoriamente de sofrimento ? É disso que este texto fala: outras formas de estar na vida para além da Jornada do Herói — e, sobretudo, de como fazer isso na prática . 🧚‍♂️ A Jornada do Herói: uma história útil… mas não obrigatória A Jornada do Herói funciona como um guião padrão: Algo corre mal Sofres Lutas Superas Voltas “melhor” 👌 Este gui...

Linhas temporais, integração e ilusão de colapso, à luz do Estruturalismo Fractal

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É importante começar por esclarecer o que este modelo não está a negar. Não estou a dizer que o mal não existe, nem que não existem dinâmicas de poder, controlo, exploração ou drenagem de energia na realidade em que vivemos. Essas dinâmicas são reais, observáveis e atravessam a biologia, a psicologia, a sociologia e a história. Qualquer modelo sério da realidade tem de as integrar. Sabemos que parasitas existem em múltiplos níveis da vida. Sabemos também que nem todos os seres humanos estão plenamente integrados a nível cognitivo e emocional. Fenómenos como a psicopatia ou a sociopatia mostram que empatia, autorregulação e consciência moral podem estar profundamente fragmentadas. Sistemas de poder tendem, muitas vezes, a amplificar essas assimetrias em vez de as corrigir. Portanto, a ideia de que existem agentes, estruturas ou dinâmicas que beneficiam da extração, manipulação ou controlo de outros não é especulativa — é empiricamente sustentada. Dito isto, há correntes teóricas e espir...

From 3 to 12: Understanding Patterns

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In the model Fractal Strururalism that i have been explaining and studying  “dimensions / densities / harmonic universes / LPRFs” are not places . They are: - Stable regimes of organisation that emerge when information, matter, or experience crosses certain thresholds of complexity. So the question becomes structural: Why do so many systems converge on 3‑layer groupings that stack into 12? This can be reflecting  a repeated convolution cycle . I am asking: What must be true, structurally, for anything to happen at all? When I talk about convolution, asymmetry, and the emergence of dimensions , what I’m trying to say is this: the systems we see in the universe — from galaxies to life itself — don’t move forward simply by being stable or balanced.  Stability, symmetry, and equilibrium are important, but they alone don’t generate new possibilities. For something truly new to emerge, there must be imbalance, asymmetry, or a disturbance .  This is the spark ...

O Papel da Assimetria: Da Física à Experiência Humana

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Tenho vindo a trabalhar num modelo que tenta compreender como tudo funciona no cosmos, ao nível macro, e como se interelaciona ou se pode explicar análogamente ao micro, como os sistemas mudam, e não apenas como se mantêm estáveis, desde o cosmos ao nível das relações humanas.  Não pretendo criar teorias fantasiosas, impossíveis de testar, afastadas das leis da física, e do que é a realidade conhecida. Por isso misturo valências: psicologia, sociologia, metafísica, numerologia, arquétipos e astrologia, mas do mesmo modo matemática, física, biologia,química, microbiologia, e todas as ciências e pseudociências.  Este modelo cruza ideias de convolução, estruturalismo fractal e dinâmica de sistemas, aplicadas tanto à experiência humana como a padrões mais gerais da realidade, que já expliquei em artigos anteriores.  Ao longo desse processo, uma ideia começou a tornar-se cada vez mais clara para mim: a mudança não acontece por acumulação de informação, lógica e explicações, is...

A Emoção como Motor da Mudança Estrutural: Uma Perspectiva Fractal–Convolucional

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  A Emoção como Motor da Mudança Estrutural Uma Perspectiva Fractal–Convolucional A emoção é frequentemente apresentada como o oposto da razão, da clareza ou da estrutura.  Em muitas tradições intelectuais, científicas e espirituais, a emoção é tratada como ruído: algo que deve ser controlado, transcendido ou eliminado para que a verdade possa emergir.  Esta visão, apesar de comum, falha em explicar como os sistemas reais efectivamente mudam. A partir da perspectiva do estruturalismo fractal e da convolução, a emoção não é uma perturbação da estrutura, mas a própria condição que permite a sua reorganização.  -» Sem emoção, os sistemas estabilizam; com emoção, transformam-se. Isto torna-se evidente em situações em que a interacção entra num ciclo repetitivo.  Duas pessoas podem envolver-se numa conversa em que ambas as posições são coerentes, internamente consistentes e bem articuladas, mas onde não surge qualquer nova compreensão.  Cada explicação reforç...

Emotion as the Engine of Structural Change: A Fractal–Convolutional Perspective (resumed)

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  Emotion as the Engine of Structural Change A Fractal–Convolutional Perspective There is a persistent misconception that emotion is opposed to reason, structure, or clarity. In many intellectual and spiritual frameworks, emotion is treated as noise—something to be controlled, transcended, or eliminated in order for truth to emerge. This view is not only incomplete; it fails to explain how change, decision, and transformation actually occur in real systems. From the perspective of fractal structuralism and convolution , emotion is not a disturbance to structure. It is the primary driver of structural reorganisation . This text explores how emotion functions as a variable within this model, using a real conversational example to illustrate the mechanism. 1. The Problem of Stable Loops Consider a situation where two people are engaged in a conversation that becomes repetitive and circular. Both positions are internally coherent, but no new understanding emerges. Each explanati...

Spiritual Narrative Histories in the eyes of Fractal Struturalism

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Spiritual Narrative Histories in the eyes of Fractal Struturalism are not: Factual history of literal extraterrestrial races; Report of actual incarnations counted in numbers and linearity; Description of objective cosmic events involving commands, wars, rescues, or contracts. So cosmic narratives are symbolic compressions of multi‑scale psychological, biological, cultural, and informational processes . Not  mythic encoding of a person’s lived complexity , not a biography of a soul travelling through space. When meaning needs to be stabilised through narrative coherence they create a narrative that will externalise complexity into scale metaphors . Let's unpack some: Arcturians and Pleiadians These in this model are  symbolic poles , not races. They usually encode: Arcturian → order, structure, abstraction, technology, regulation; Pleiadian → emotion, empathy, relational sensitivity, idealism. If a person relates more to Arcturians it means the person or more, for ex...

Spiritual Hierarchies on the eyes of Fractal Structuralism

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Spiritual Hierarchy Consecrated In my model is not a hierarchy . It is a boundary condition . “to consegrate” → constraint + sacralisation “safin” → refinement / filtering A declaration that a local system is being constrained into a specific symbolic‑ethical coherence regime. a local reorganisation of information; an attempt to stabilise meaning; a context‑setting constraint , not a chain of command. Jesus/Jeshua/Jesuria — Christ‑like figures In my model this is a high‑level coherence attractor , not a person. It represents: unification of opposites; synthesis after convolution; ethical coherence under maximum constraint. 📌 Function : A symbolic compression of “coherence after contradiction”. This is why Christ‑figures recur cross‑culturally. El Morya / St Germain / Hilarion — “Ascended Masters” In My Model: These are role‑differentiated stability modes inside a learning system. They correspond to: El Morya → constraint / directionality / will...