O meu valor existe independente dos outros, mas relaçoes saudáveis com os outros acontecem através de outros me valorizarem. Ninguém vive isolado, e quem se aproxima, deve ser sempre bem escolhido por nós, criando limites e barreiras a certos comportamentos nocivos. Alguém me dar valor é o mínimo para ser meu amigo e eu estar com. E isso é nutrição emocional legítima. Não precisamos de validação para existir e ter valor em nós mesmos, mas precisamos, sim, de reconhecimento para florescer e viver com bem estar. Precisamos uns dos outros e quando nos abrimos aos outros precisamos de ser selectivos. Selecionar quem deixamos entrar, pode parecer arrogância ou egoísmo, mas é apenas uma protecção saudável da nossa emocionalidade e energia. Filtrar o que é saudável para nós, é maturidade emocional e discernimento relacional. pode ser confundido por ego, orgulho ou arrogância, mas é autorrespeito funcional. Eu escolho estar apenas onde sou valorizada, porque não faz sentido, nem tem...
Muitas pessoas passam grande parte da vida apenas a fazer para sobreviver, trabalham, cumprem expectativas, adaptam-se às regras do sistema e procuram aprovação externa. É um caminho Fazer → Sobreviver. Neste caminho, o valor pessoal depende do que os outros reconhecem ou do que produzimos imediatamente, e não daquilo que realmente somos. O resultado é instabilidade interior, vazio e frustração, porque nunca existe uma sensação de completude ou coerência interior. Existe, porém, outro caminho: Ser → Fazer → Impactar. Aqui, o valor pessoal nasce de conhecer quem somos (identidade) e de aplicar isso de forma útil no mundo (propósito). O“propósito” soa pesado, exigente ou inalcançável , como se fosse algo místico ou distante. No nosso contexto, propósito é o que fazemos no mundo com aquilo que sabemos, sentimos e podemos oferecer , hoje, o impacto real das nossas ações no dia-a-dia forma ou é o nosso propósito hoje e por isso ele muda, consoante muda o que sa...
A espiral das emoções: aprender a reconhecer, compreender e subir conscientemente Muitas pessoas procuram sentir-se melhor, mais equilibradas ou mais positivas, mas raramente aprendemos verdadeiramente como lidar com as emoções . No dia a dia somos atravessados por frustrações, preocupações, cansaço, irritações, momentos de alegria e momentos de desânimo, e quase nunca nos ensinaram uma forma clara de compreender esses estados. Uma ferramenta muito interessante para desenvolver essa consciência é aquilo a que muitas pessoas chamam a espiral das emoções . A ideia central desta espiral é simples: as emoções podem ser vistas como estados internos que variam em intensidade e em qualidade , desde estados muito pesados e contraídos até estados mais amplos, equilibrados e conscientes. No fundo da espiral encontramos emoções como culpa, vergonha, apatia ou desespero — estados onde a pessoa sente pouca energia, pouco sentido e muitas vezes uma sensação de bloqueio interior....
Convolução como Interação Entre Realidades Um modelo para pensar o encontro entre universos, consciências e significados Introdução A palavra convolução costuma ser mal interpretada fora da matemática. Muitas vezes é associada a confusão, mistura ou destruição. No entanto, o seu significado original é muito mais preciso — e surpreendentemente poderoso quando aplicado à forma como pensamos a realidade, a consciência e até o cosmos. Neste artigo, exploramos a convolução como um modelo ontológico: uma maneira de compreender o que acontece quando diferentes realidades entram em contacto sem que nenhuma delas desapareça. 1. Uma redefinição fundamental: o que é convolução? Em matemática, convolução não significa fusão nem aniquilação . Significa algo muito específico: uma função “desliza” sobre outra e, em cada ponto, a sua interação é integrada para produzir uma terceira função . Quando transportamos esta ideia para a ontologia, surge uma mudança radical de perspetiva. Realid...
💪🏻 Para além da Jornada do Herói Como mudar a percepção e curar o passado sem o apagar Durante séculos, aprendemos a contar a vida sempre da mesma forma. Existe um herói, algo corre mal, surge sofrimento, aparecem obstáculos, há uma grande prova… e só depois vem a transformação. 👉 Esta lógica está em todo o lado: nos mitos antigos, nos filmes, nos livros de autoajuda e até na forma como falamos connosco próprios: “isto está difícil, mas é para eu crescer” “sem dor não há evolução” “tenho de passar por isto para me tornar melhor” 💚 Mas e se isso não fosse a única forma? E se a evolução não precisasse obrigatoriamente de sofrimento ? É disso que este texto fala: outras formas de estar na vida para além da Jornada do Herói — e, sobretudo, de como fazer isso na prática . 🧚♂️ A Jornada do Herói: uma história útil… mas não obrigatória A Jornada do Herói funciona como um guião padrão: Algo corre mal Sofres Lutas Superas Voltas “melhor” 👌 Este gui...
Testando o Modelo: Contradições e Coerência do Estruturalismo Fractal Um dos pontos mais importantes ao avaliar qualquer teoria é verificar se ela entra em contradição consigo mesma. No caso do Estruturalismo Fractal, algumas perguntas surgem de imediato, e explorá-las ajuda a reforçar a clareza do modelo. Se a realidade não tem propósito, como surge a coerência? Coerência não implica propósito. Na matemática e na física, estruturas estáveis emergem simplesmente a partir da satisfação de restrições e da simetria. Um cristal forma-se, uma sequência matemática mantém consistência, e sistemas complexos organizam-se sem necessidade de uma meta ou objetivo consciente. Portanto, a coerência não é contraditória dentro de um universo sem teleologia. Não é teleológico afirmar que a fragmentação leva a padrões? Na realidade, esta é apenas uma descrição de fenómenos, não uma prescrição. Dizer que a fragmentação leva à formação de padrões significa que, de for...
Há pessoas que procuram o seu propósito como se fosse algo que um dia simplesmente vão encontrar. Eu vejo de outra forma: a busca de propósito é mais parecida com a busca de forma física. Viver com propósito é mais parecido com viver com forma física. No início, tudo é confuso. Quando alguém começa a se exercitar, não sabe bem por onde começar, há muitas coisas desconhecidas. Não sabemos bem como atingir essa forma física, qual a forma correcta para nós e vamos experimentando modalidades e formas. No início também fazemos o exercícios errados ou da forma errada, cansa muito rápido, sentimo-nos deslocados. Temos vontade de desitir, pois é muito difícil. Com propósito acontece o mesmo: testamos caminhos, mudamos de ideias, duvidamos de nós. Parece desorganizado — mas é exatamente assim que começa qualquer transformação real. Depois vem a fase invisível. No treino físico, durante semanas nada muda no espelho. Mas o corpo está a adaptar-se, músculos despertam, resistência aumenta, coordena...
Tenho vindo a trabalhar num modelo que tenta compreender como tudo funciona no cosmos, ao nível macro, e como se interelaciona ou se pode explicar análogamente ao micro, como os sistemas mudam, e não apenas como se mantêm estáveis, desde o cosmos ao nível das relações humanas. Não pretendo criar teorias fantasiosas, impossíveis de testar, afastadas das leis da física, e do que é a realidade conhecida. Por isso misturo valências: psicologia, sociologia, metafísica, numerologia, arquétipos e astrologia, mas do mesmo modo matemática, física, biologia,química, microbiologia, e todas as ciências e pseudociências. Este modelo cruza ideias de convolução, estruturalismo fractal e dinâmica de sistemas, aplicadas tanto à experiência humana como a padrões mais gerais da realidade, que já expliquei em artigos anteriores. Ao longo desse processo, uma ideia começou a tornar-se cada vez mais clara para mim: a mudança não acontece por acumulação de informação, lógica e explicações, is...
Many people spend most of their lives just doing what it takes to survive, working, meeting expectations, adapting to the rules of the system, and seeking external approval. It is a path of Doing → Surviving. On this path, personal value depends on what others recognize or what we produce immediately, rather than who we really are. The result is inner instability, emptiness, and frustration, because there is never a sense of completeness or inner coherence. There is, however, another path: Being → Doing → Impacting. Here, personal value comes from knowing who we are (identity) and applying that in a useful way in the world (purpose). “Purpose” sounds heavy, demanding, or unattainable, as if it were something mystical or distant. In our context, purpose is what we do in the world with what we know, feel, and can offer today. The real impact of our daily actions shapes or is our purpose today, and therefore it changes as what we know, feel, and can offer changes. Over time, the real impa...
BIO REGENESIS TECHNOLOGIES são instrumentos que nos ajudam a acelerar a nossa expansão de consciência através da estimulação natural e gentil do nosso DNA pessoal TEMPLATE, ENERGIAS KUNDALINI, CHAKRAS E VEÍCULO MERKABA. Se pudermos compreender que a MENTE HUMANA é uma força energética que CONTINUALMENTE GERA PADRÕES DE PADRÕES ESCALARAS através do processo do THOUGHT, não é difícil compreender como o THOUGHT APROPRIATAMENTE DIRECTO pode influenciar directamente a função do modelo pessoal de Manifestação Template scalar. Todos os pensamentos servem este propósito, e afectam directamente o estado observável do sistema mente-corpo-espírito e o manifesto de acontecimentos dentro do drama da vida externa. OS TOMADOS SÃO COISAS - CONFIGURAÇÕES DA WAVE SCALAR de padrões vibrantes multidimensionais de RADIAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA DE ENERGIA BI-POLAR, que formam PADRÕES ESPECÍFICAS DE FREQUÊNCIA ESCALAR dentro do Template Manifestável pessoal. O pensamento não dirigido cria patmos caóti...
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