Fórmula para morrer doente, cansado e stressado! (Ou não ;)



Imagina que tu, és uma pessoa ocupada, com muitas responsabilidades, financeiras, familiares, profissionais e até sociais, vives com pressão, o cansaço até já dói, o tempo aperta, os afazeres amontoam-se, o que queres, era tudo para ontem. 

Nesta correria, o corpo serve para ser usado, o combustível dele, o que calhar, que estiver mais à mão, e que for mais apetecível, senão não aguentas. 

O descanso é supervalorizado, enquanto estás a dormir, estás a perder tempo útil, para fazer alguma coisa. 

Agora, pensa nesta pessoa, quer sejas tu ou não, e pondera qual será a sua primeira necessidade no meio disto tudo, talvez seja descansar melhor, no pouco tempo que se tem, para ter mais energia, talvez um comprimido para dormir melhor, ou eventualmente um ansiolítico para andar mais calmo. 

O stress começa a dar aquelas palpitações, a aceleração do dia, passa a aceleração do peito, medimos a tensão, está alta, demasiadas vezes, até já sente um aperto e peso grande, sim o peso é em todo o corpo, principalmente na barriga. 

Depois de uns tempos naqueles comprimiditos para o mau estar geral, que não é preciso receita, para as azias, para as dores de cabeça, para as dores de coluna, analgésicos e chás  calmantes já não vai lá.

A pessoa vai ao médico e começa e toma do medicamento para a hipertensão, que é quase para a vida toda agora, que tem como efeitos colaterais possíveis: aumentar a  impotência sexual e pode levar à hipotensão, tonturas, aumento do potássio sanguíneo, inchaço, crescimento de pelos pelo corpo (hirsutismo) e a retenção de líquidos, entre outros. 

Então passado algum tempo, ela começa a precisar de medicamento para o inchaço e a retenção de líquidos, varizes e outros efeitos, quiçá que precise para se sentir melhor, um antidepressivo de manhã e um viagra à noite, seguido do medicamento para a tensão, pois aquilo acelera o corpo todo.

Como contínua sem fazer qualquer coisa que esteja na lista de estilo de vida saudável, a sua saúde contínua a deteriorar, com os maus hábitos acaba com colestrol elevado, o médico receita uma estatina, ou diúretico, ou vasodilatador, químicos claro, (não se receita a versão natural, sem efeitos colaterais, mesmo que exista), então a pessoa pode ter os efeitos seguintes: redução da coenzima Q10, redução da hemoglobina, anemia, dor de cabeça, inchaço, sensação de picadas, dor muscular, fadiga.

A pessoa sente-se cansada, fatigada desde o início, e os medicamentos que toma, todos dão-lhe fadiga e dores no corpo. Algo aqui não está a bater certo. 

Mas ela continua, e acredita que os medicamentos que toma, são para lhe fazer bem e o ajudar a se manter saudável, para conseguir seguir com a sua vida de stress, pressão, sem descanso apropriado, sem o combustível que o seu organismo necessita para funcionar bem, sem forma física, resistência ou força para aguentar o seu próprio peso. 

Mas ela segue. 

Os "maus estares", dores na cabeça, nas pernas, na coluna, na barriga, no peito, nada melhora, até pioram, e o que é que ela pensa? "Secalhar preciso de mais remédios, para ficar bom."

E vai assim até morrer...

Morre doente, cansado e stressado.

Sem nunca se lhe ter passado pela cabeça, simplesmente ter um, nem um, hábito de vida um bocadinho mais saudável...para isso nunca teve tempo, e assim vivem 90% da população portuguesa. 

Dependente de remédios...a achar que isso os salvará...

Drogas, são drogas, todas tem efeitos colaterais. 

Só deviam servir para ajudar e apoiar temporariamente quando a pessoa está doente, não deviam ser usadas como forma de vida. 

A maioria das doenças que se consideram crónicas como a hipertensão, colesterolémia, diabetes Melttius, osteoporose, stress, ansiedade, não são crónicas. 

O paradigma tem de mudar, pois tudo isso tem cura natural, mas não, os médicos têm razão, não têm cura lá, no gabinete deles, aí não tem!



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