Tenho vindo a trabalhar num modelo que tenta compreender como tudo funciona no cosmos, ao nível macro, e como se interelaciona ou se pode explicar análogamente ao micro, como os sistemas mudam, e não apenas como se mantêm estáveis, desde o cosmos ao nível das relações humanas. Não pretendo criar teorias fantasiosas, impossíveis de testar, afastadas das leis da física, e do que é a realidade conhecida. Por isso misturo valências: psicologia, sociologia, metafísica, numerologia, arquétipos e astrologia, mas do mesmo modo matemática, física, biologia,química, microbiologia, e todas as ciências e pseudociências. Este modelo cruza ideias de convolução, estruturalismo fractal e dinâmica de sistemas, aplicadas tanto à experiência humana como a padrões mais gerais da realidade, que já expliquei em artigos anteriores. Ao longo desse processo, uma ideia começou a tornar-se cada vez mais clara para mim: a mudança não acontece por acumulação de informação, lógica e explicações, is...
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