Como curar as polaridades desvirtuadas no homem?

Fala-se muito do sagrado feminino e da cura desta energia, esta cura deve acontecer ao nível de ambas as polaridades, o sagrado masculino também tem e deve ser curado e equilibrado em todos. 

Nem sempre o equilíbrio se encontra no meio, e para curar numa pessoa o seu feminino e masculino por igual, devemos perceber que há imensos factores a conhecer a fundo, e cada um vai-se sentir equilibrado num ponto diferente, um pouco como quando equilibramos o som de um áudio. 


Cada parâmetro precisa de uma sintonização, de forma a que o som saia claro e limpo, suave e harmonioso. Para cada pessoa, em cada momento da sua vida, vai ser necessário mexer nos seus parâmetros, pois cada situação, local e tempo exigem diferentes sintonizações.

É mais fácil desconectar totalmente, desligar o aparelho e viver sem pensar ou fazer nada em relação ao nosso interior, ao som que sentimos vir de dentro de nós. Fazer ouvidos moucos. 

O problema é que, essa de-sintonização interna, vai-se fazer ouvir de qualquer forma exteriormente, fisicamente e ainda na nossa relação com os outros. 

Uma pessoa totalmente desconectada de si mesma, dos seus pensamentos e emoções, passa por cruel e egoísta, muita facilmente, isso é um mecanismo de defesa dela, para se proteger do sofrimento, mas o que acontece é que ela com essa atitude, faz sofrer todos à sua volta, e anda pela vida contrariada, sem conexão, não há harmonia. 

Parece ser uma solução boa, deixar simplesmente de sentir as coisas, deixar de ser vulnerável..quem evita pensar, sentir e ser responsável pelo que pensa, sente e é...acaba por viver uma existência sempre culpando os outros de tudo, criticando todos pelo que é e sente, e justifica todo o seu comportamento interiormente como válido, pois ser responsável por si mesmo, significa se vulnerabilizar, e se abrir. 

Estar fechado e desconectado, evitar pensar e reflectir, é um método muito utilizado pelos homens, que desde pequenos foram ensinados que, se mostrarem o seu coração, os seus sentimentos e emoções, são desvalorizados, maltratados e até rejeitados pela sociedade, pela família: "um menino não chora"; "um homem não mostra os sentimentos"; "um homem tem de ser forte e rijo". Não há espaço para a vulnerabilidade, pois isso significa fraqueza. 

O homem em geral, evita ao máximo ser vulnerável, pois está incrustado dentro de si a ideia que isso é ser fraco, falho e inferior. 

Essa crença é falsa, é totalmente mentira. É culpa da sociedade que isto esteja no inconsciente colectivo dos homens, e também algumas mulheres, mas é totalmente responsabilidade de cada um, eliminar e substituir essa crença e mentira, pela verdade!

A verdade é que a felicidade e harmonia é uma escolha. Escolher um dia, deixar de se importar com a ideia de ser falho, fraco ou inferior. Deixar de se incomodar, é decidir escolher deixar de se importar. 

Deixar de se preocupar, é decidir o que se é, independente de quem pensa o quê, pensou o quê sobre ele, e pode vir a pensar. É se abrir e vulnerabilizar, escancarar-se totalmente, e permitir-se a ouvir escárnio e maldizer, e mesmo assim sorrir e continuar a caminhar de peito erguido, de frente para todos, e seguir o seu caminho!

Perceber que evitar sofrer é evitar viver, e uma pessoa que evita a vida, jamais poderá ser feliz, ou emanar felicidade e partilhá-la com outros. Uma pessoa feliz é uma pessoa que parece mágica...ela não tem motivos nenhuns, absolutamente nada, para estar feliz, mas sente-se feliz à mesma. Isso é para o mundo, algo impossível, e parece algo mágico. 

A segurança que precisamos de ter em nós mesmos, advém de perceber que a nossa força não vem de fingir sermos fortes, não vem de evitar sofrer, mas sim vem de estar pronto e preparado para tudo, de braços e coração aberto, disponíveis para o sofrimento, disponíveis para o que der e vier. 

O homem engana-se a si mesmo, porque foi enganado por anos, décadas, séculos e milénios, a achar-se ser superior, ao inferiorizar ou ignorar o outro. E não conhece outra forma. É intrínseco ao DNA, e é exactamente isso que se cura na sociedade, um a um, homem a curar a si mesmo!

O masculino é um polo de dois. O outro polo é o feminino. O feminino tem igualmente imenso para curar, se amar a si mesma, se fortalecer e deixar de ser submissa, perdoar muito, ser ela mesma sem medo e receios de ser "queimada viva"! É duro, muito duro todas as curas que precisam de ser feitas ainda na nossa sociedade. 

Comecemos por nós mesmos. 

A magia acontece, se a deixarmos e permitirmos que brote de dentro de nós. 

Conectemo-nos com o divino. 

Namasté






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