E se Deus fosse tudo?


E se Deus fosse o conjunto de tudo, não como quem está em tudo, mas fosse tudo. 

Parece ser uma diferença ténue, mas não é. Uma entidade separada de tudo, mas que tem mão em tudo, é uma coisa, e a outra é a entidade é tudo em si. Isso significaria dizer que, deus é as criaturas todas do mundo, desde as orgânicas como animais, pessoas, plantas e todos os outros reinos, assim como é as inorgânicas, como as rochas, as montanhas, os químicos, a terra, o céu. 

Mas sendo tudo, então é tudo mesmo, inclui todo o sistema solar, seus planetas e sua estrela, mas não so, também as outras estrelas, as outras galáxias, e todo o universo e possivelmente todos os outros universos. É tudo. É isso tudo. 

Cada coisa então é Deus, como sendo uma partícula de Deus que faz parte do todo. 

Se imaginarmos Deus como um ser humano, tudo seria tudo o que forma um corpo. E eu pergunto, o que forma um corpo é o que eu sou? Uma célula é o que eu sou ou eu sou outra coisa?

Não, não podemos comparar Deus a um ser humano, pois isso seria um pensamento chamado linear ou tridimensional, então esse tipo de comparações só confundem e não explicam de forma nenhuma o que é Deus.

Mas se Deus é tudo, o ser humano é Deus também. E a rocha, e a flor, e a abelha, e o interior do planeta, as moléculas e as bactérias, os vírus...Tudo é Deus em acção, a viver, a experienciar-se como vida, neste caso tridimensional. Mas existem outras dimensões, outras vibrações da energia que compóe o universo, outro tipo de vidas, formas que ainda nem imaginamos, mas algumas já ouvimos falar como os espíritos, os fantasmas, os demónios, os anjos, as fadas e gnomos, etc. 

Esses fenómenos não tridimensionais, que existem quase mais na nossa ideia e sensação do que propriamente no nosso entorno, seriam seres de outro tipo de experiência de vida, possivelmente até, uma experiência que temos de ser, quando não estamos aqui a ser seres humanos, animais ou plantas deste planeta. 

Os anjos, arcanjos, demónios ou espíritos, somos nós também, ou são Deus novamente, em acção, a ter experiências diferentes, a ser coisas diferentes. Todos estamos entrelaçados, todos perfazemos uma entidade em movimento, que é tudo e todos, todas as coisas, em todos os tempos, em todos os lugares, e não lugares, de todas as formas, sentidos e tipos. 

O que sei é que, pelo nosso grau de ignorância e temor em relação a estas coisas, pode-se assumir que a experiencia de ser tudo e o todo, entrelaçado entre si, teve uma qualquer espécie de falha, pois já não somos o todo e o tudo, estamos num estado em que somos sós, somos um, sem o outro, separados, individualizados. Algo correu mal, ou simplesmente faz parte da experiência, ter a experiência de se esquecer quem se é...para saber como é ser assim!

Quando esquecemos quem somos, e o que somos, e ao que pertencemos e de onde viemos, é mais fácil talvez, alguém, algum que também se esqueceu quem é, dominar e querer controlar. Alguém decidir que é o todo, que é o todo poderoso, e querer, de certa forma para se proteger e se sentir mais seguro, querer controlar tudo e todos à sua volta e assim nasce a tirania e a quebra no livre-arbítrio. E nós todos como não nos lembramos, e sentimo-nos também amedrontados deixamos que isso aconteça, paramos de buscar relembrar quem somos, e doamos o nosso poder pessoal, em troca de uma segurança ilusória. 

O temor toma conta de nós, quase que nos acostumamos a viver no temor, quase como se o temor fosse o nosso estado de ser mais natural, e temer seja a opção mais segura. 

Relembrar deixou de ser sequer objectivo, sobreviver é a única coisa real agora.

Pensar, reflectir, de onde viemos, o que estamos aqui a fazer, porque tem de ser assim? Porque devemos tanto aos tiranos, se a única coisa que fizemos, foi ter nascido.

Esquecemos que somos Deus. Relembremos. Somos Deus em acção. 

Para sair da tormenta, é essencial a coragem. Coragem para fazer perguntas, coragem para duvidar do status quo, coragem para buscar a Verdade. 

A tormenta não vai desaparecer para sempre, ela vai voltar para atormentar, essa é a finalidade dela, manter-nos na escuridão, complacentes e obedientes, vítimas de uma tirania que desaparece no momento em que conseguimos, resgatar o que somos: Deus, Amor, UM! 

Eu sou Deus,

Eu sou Soberana,

Eu sou Livre.


Comentários

  1. Deus é tudo e é nada, pois se o vácuo perfeito existe, ao menos consentualmente, também é Deus! Igreja Holística Sagração da Natureza. (11)970680956

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  2. Quando pedimos diretamente a Jesus Cristo para revelar-se (se é que ele é o que afirma ser), obtemos a resposta e as dúvidas fundamentais desaparecem. Essa é a minha experiência e de vários que conheço. E não é teoria, é prática! Claro fora da religião :)

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