Nova Percepção do que é o Planeta Terra!
A minha perspectiva pessoal, sobre a situação planetária tem evoluído muito ao longo dos últimos anos.
Inicialmente a minha principal preocupação foi em me curar de todos os meus apegos negativos, conhecidos por outra palavra, traumas. Cada vez mais vejo que estava certa nessa abordagem. A maioria das frases feitas, da New Age, fazem sentido, se não distorcionadas. E a capacidade de usar o discenerimento, para ver para lá da distorção, é uma qualidade que eu tenho fortalecido.
Já entendo melhor, porque algumas pessoas têm alta capacidade de ver, para além do óbvio e outras menos, e ainda ver exactamente a distorção como sendo a verdade, que é uma capacidade incrível por si só. Esse filtro negativo ou positivo, exagerado é sempre limitado. Filtar o mal e ficar só com o bem, é ter tanta ignorância como o contrário. Claro que, quando se possui um filtro positivo, geralmente é se alvo, ou acaba-se sendo vítima de quem tem o filtro negativo. E é isso que gera as desigualdades e o sofrimento.
Portando o nosso trabalho interior e capacidade de usar dois filtros, e chegar a um ponto zero, sem nada negativo nem positivo, e entedimento de tudo, tudo foi passado no crivo, e passou, nada sobrou no cuador da vida, e aí ficamos nesse "vazio" e descobrimos que está cheio, e que estávamos apenas limitados pela nossa percepção de que era só isso que existia, pois era só a esses dois polos que tinhamos acesso. O segredo é realmente que há algo, para lá, para lá de tudo, e diria para lá de algo, então onde não há algo, não há nada, há sim...TUDO.
Seja quem for que entendeu este último parágrafo, pode ter a certeza que está no bom caminho.
A minha percepção de realidade hoje é de que, existem muitas e complexas realidades, que muitos chamam de linhas temporais, e estas estão à mercê dos pensamentos, emoções e crenças, além de frequências que são luz e som, que fazem vibrar os nossos átomos, DNA e Alma. Esta parte do mundo, da realidade e das vidas das pessoas, acaba por ser muito subjectiva, pois se depende desses factores todos, só por aí é uma experiência difícil de caracterizar.
Todas as consciências, com as suas subjectividades criam várias micro realidades, e quando se juntam em grupos com crenças semelhantes criam realidades meso, e vemos no macro planetário, várias destas realidades, que também chamamos de culturas, a viver como se cada uma fosse a mais real, ou mais acertada, julgando, criticando, as demais, e muitas vezes incitando em guerras, claramente mais pela consciência dos outros, em aceitarem aquelas ou aqueloutras como as mais legítimas e certas, do que pelas outras desculpas que inventam, como território, dinheiro e religião.
De momento, não consigo olhar para o planeta e ver uma única linha temporal planetária. Agora, se eu olhar para o cosmos, aí já começo a percepcionar uma possível linha temporal geral para todo o planeta, pois estarei a englobar os outros seres que participam também na criação dessas linhas temporais. Se o planeta não é, e não é mesmo, regido por pessoas do planeta, mas por aqueles de fora, que têm partes da sua alma inseridas neste "jogo" ou "prisão", dependendo da forma ou motivo pelo qual entram neste planeta, então a percepção destes externos ao planeta, também chamados por extraterrestres, ajudam a definir a linha temporal, ou várias linhas temporais que existem e co-existem, ao mesmo tempo.
A minha questão é, neste momento da reflexão, se na minha linha temporal, dizem que existem 8 bilhões de pessoas a caminhar na terra, quantas almas mais estão na fila de espera para encarnar, e quanto extraterrestres, estão na fila para entrar no jogo? O problema de gente a mais, não é propriamente um problema dos humanos da terra, mas uma vontade desmedida de externos a desejar vir experimentar, principalmente antes que acabe a brincadeira.
Quando começamos a perceber que o planeta terra, além das várias linhas temporais internas, tem várias cósmicas, e vamos mais além e entendemos que Tara, Gaia e Aramatena, são apenas nomes da mesma estrela, mas em vários tempos, e até vários espaços, várias frequências, uma história de bilhões de anos, a história de uma estrela e de todas as consciências que de alguma forma participaram no desenvolvimento desta.
Uma estrela, segundo os nossos cientistas terrestres do momento, início do século 21 dos anos ditos 2000 depois de Cristo, tem vários estágios de maturação, e explicam, como nasce, cresce e morre uma estrela.
Eles dizem que uma estrela nasce numa região conhecida como berçário estelar. Os berçários espalhados pelo Cosmos têm nuvens moleculares gigantes, tais nuvens cósmicas, começam a aglomerar-se por via do que chamam de gravidade e densificam num centro, formando então uma estrela. esta estrela, após muitos anos com fusão de energia, chega a um ponto em que começa a arrefecer, chamam-lhe uma estrela anã branca feita de carbono e oxigênio, ela termina seus dias esfriando por bilhões e bilhões de anos, mas sem se apagar totalmente...dá-me a sensação quase que é um pouco como um planeta, por isso eu imagino todos os planetas como tendo sido sois e todos os sóis como sendo planetas.
Assim como o nosso planeta, ao longe parece uma estrela, assim muitas estrelas que vemos no céu, são na verdade planetas habitados por várias criaturas, não muito diferentes de nós, ou extremamente diferentes e mais...eles também com várias linhas temporais, portanto, podemos estar aqui e agora a olhar para uma estrela no céu, que neste momento ainda está na fase de desenvolvimento da estrela em que ela ainda não é um planeta habitado, e vice-versa, em relação a eles. Nem toda a gente, que viaja pelo cosmos, encontra facilmente vida, porque tudo se entrelaça.
Para um ser, cósmico, extraterrestre, com densidade e gravidade e frequência específica, a habitar um planeta numa determinada linha temporal e esse ser mesmo, na sua linha temporal própria, dele mesmo, conseguir viajar pelo cosmos e encontrar vida e este ano, e esta linha temporal, em que eu, por exemplo, me encontro, neste planeta Terra, alguém que já cá esteve ou que ouviu falar nele, tem de lhe apresentar específicamente a frequência, espaço e tempo certos para se conseguir ora manifestar aqui, ou aterrar aqui. Dependendo se vem de nave física ou a sua própria "alma"/identidade de consciência única.
A forma como percepciono este planeta, realmente tornou-se muito complexa, mas ao mesmo tempo, é simples. Estamos num cosmos, com muitas formas de expressão diferentes, que nos permitem ter muitas experiências, vivências e desafios que levam à evolução da nossa consciência de forma muito prática, empírica e factual. Dizer que tudo é uma ilusão é tão certo como dizer que tudo é real.
O que realmente importa, a meu ver, é o discernimento, a precepção, do que significa dizer que tudo é uma ilusão, perceber o que significa, em que contexto isso é verdade, e de que perspectiva isso não é, de todo, a realidade.
No meio e por entre toda esta subjectividade complexa, haverá alguma objectividade? Eu considero que sim, e essa é chamada de Ordem Divina, ou LEIS UNIVERSAIS. Todos no cosmos estão envolvidos, inevitavelmente dentro destas, muito objectivas, coisas. Quando não conhecemos a ordem divina ou as leis universais, elas não deixam de se manifestar na nossa vida, e na vida de tudo e de todos, em todo o Universo, e todos os Universos!
Uma das tarefas, sem dúvida, é conseguirmos voltar a saber quais são estas leis, e podemos seguir muitos caminhos para chegar lá, e é exactamente a capacidade de alguns muito inteligentes, ou diria antes, espertos, em apagar a percepção das leis, e invertê-las até, que tem levado às maiores confusões planetárias que observamos.
Houve até, quem tentasse criar novas leis, apagando as divinas, mas a única coisa que conseguiram foi, sobrepôr temporariamente, e claro ilusoriamente, mas bem realmente, as primeiras, que jamais deixaram de estar em andamento e a acontecer, inevitavelmente. Com maior densidade, o tempo a passar mais devagar, e níveis de polaridade mais acentuados para o lado negativo, quase se conseguiu criar a ilusão de que não havia Ordem Divina, nem LEIS!
Foi e é impressionante, e é o que se passa neste planeta, cheio de sementes estelares, a querer obter a experiência dos limites máximos de polaridade, num mesmo planeta, além de um nível grau máximo de positividade e de negatividade, sentido na pele, sentido no âmago, onde um ser tanto conseguia ter um êxtase de choro incontrolável negativo traumático, como exactamente o mesmo êxtase de choro incontrolável, mas de felicidade, prazer e alegria incomensurável, sem que isso o matasse!
O objectivo, nunca foi sair do planeta, mas sim, perceber o planeta. Perceber-me a mim, quem eu sou, no meio disto tudo, no meio do cosmos, e dos universos todos. Quem é aquele ponto de luz, nano, que sou eu? Uma pequenina estrela, também eu, no meio de um vasto Universo sem fim e em constante expansão...
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